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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

IMAGINA SE A MODA PEGA?

Yahoo! coloca jogos em pontos de ônibus

Uma parceria entre o Yahoo!, a agência municipal de transportes de São Francisco (EUA) e a Clear Channel deu um novo olhar para os pontos de ônibus da cidade. Foram instaladas telas touch screen em 20 paradas, onde quem aguarda o coletivo pode se distrair com jogos variados.
A ação comporta uma competição entre bairros. Quando o morador se cadastra para jogar, ele escolhe uma região e passa a ser representante dela, então encontra um adversário de outra localidade para enfrentar.
São várias opções de jogos multiplayer, entre quebra-cabeças e enigmas. E o bairro que acumular 100 pontos levará como prêmio um show gratuito, no dia 28 de janeiro, da banda Ok Go, que esteve no Brasil recentemente para participar do VMB 2010.
Além de entreter os viajantes, a nova plataforma se mostra mais uma oportunidade para marcas capturarem a atenção dos consumidores. E numa condição privilegiada, em que a chance de reter a atenção é grande devido ao tédio da espera do coletivo.
As informações são do Geeky Gadgets

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

VALE OURO

Eric Schmidt receberá US$ 100 milhões ao deixar presidência da Google

Publicada em 24/01/2011 às 12h52m
Reuters
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Eric Schmidt (de pé) ao lado do carro com os criadores da Google, Larry Page e Sergei Brin / Reprodução
NOVA YORK - O Google vai pagar um prêmio de US$ 100 milhões em ações a Eric Schmidt, cujo posto como presidente-executivo da empresa será assumido pelo cofundador da empresa Larry Page.
O prêmio, que incluirá ações e opções de ações a serem exercidas em prazo de quatro anos, é o primeiro de Schmidt desde que começou na empresa em 2001, disse um porta-voz.
Na semana passada, o Google causou surpresa ao anunciar que Schmidt se tornaria presidente do conselho, em abril, e que seria substituído por Larry Page como presidente-executivo.
A notícia foi anunciada no mesmo dia em que o Google reportou resultado muito maior que a expectativa do mercado.
Mas embora o Google continue dominando as buscas na internet, vem enfrentando problemas nas redes sociais e ferrenha competição de empresas como Facebook e Twitter, que roubam tráfego da web e talentos de engenharia.
Schmidt declarou em entrevista à Reuters que a mudança não era uma reação aos concorrentes, mas um esforço para acelerar o processo decisório na gigante da internet.
Em documentos apresentados às autoridades regulatórias, o Google informou que Schmidt apresentou em dezembro um plano para a venda de algumas de suas ações na empresa.
- O plano de venda preordenado foi adotado a fim de permitir que Eric venda parte de suas ações no Google como parte de sua estratégia de longo prazo para diversificar seus ativos individuais e aumentar sua liquidez - afirma o documento.
Em 31 de dezembro, Schmidt detinha 9,2 milhões de ações do Google, ou 9,6% do capital votante da companhia. Schmidt planeja vender 534 mil ações ordinárias classe A, o que significa que manterá 8,7 milhões de ações do Google, ou 9,1% do capital votante da empresa.

é bom ajudar

Google cria site para ajudar vítimas das chuvas na Região Serrana

Publicada em 24/01/2011 às 16h52m
O Globo
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RIO - A Google criou um site que centraliza informações para ajuda às cidades da Região Serrana que sofreram com as chuvas deste mês.
Integrada à ferramenta de mapas Google Maps, a página mostra onde ficam os locais para doações, as centrais de voluntariado, os hospitais e apresenta uma lista das contas bancárias das prefeituras. Há também um sistema para procura por desaparecidos da tragédia, além de um box com os últimos tweets e notícias publicados na internet sobre o assunto.
O site entrou no ar no dia 11 e faz parte do projeto Google Crisis Response, que cria páginas especiais para facilitar a obtenção de informações importantes em grandes catástrofes. O projeto do braço filantropo da empresa de buscas, o Google.org, começou na época do furacão Katrina, que arrasou New Orleans, nos EUA, em 2005. Desde então, já atuou em diversas crises humanitárias, como os terremotos do Haiti e do Chile e o vazamento de petróleo no Golfo do México.
A última página criada no Google Crisis Response, um dia após à referente ao Rio, centraliza informações sobre as chuvas na Austrália.

Interessante!

teve Wozniak, cofundador da Apple, diz que Android está se tornando 'muito fragmentado'

Publicada em 24/01/2011 às 12h46m
Rennan Setti
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SÃO PAULO - Para o cofundador da Apple Steve Wozniak, a expansão do sistema operacional para aparelhos móveis Android, da Google, lembra a "experiência desagradável" sofrida pela Microsoft com o Windows.
- O Android está se tornando muito fragmentado, como a Microsoft dos velhos tempos. Quando um sistema operacional é a plataforma para muitas marcas de hardware diferentes, fica difícil manter o software em dia. Com o tempo, o sistema operacional e itens como drivers precisam apelar para o menor denominador comum. Eu vejo isso acontecendo com o Android e é uma experiência desagradável do passado - disse Woz, como é chamado, em coletiva de imprensa na Campus Party, feira de cultura digital encerrada ontem em São Paulo.
O Android está sendo lançado em diversos aparelhos e é o principal concorrente do iOS, que roda nos iPhones e iPads da Apple. Wozniak defendeu sua marca, dizendo que o iOS é "de longe melhor", mas admitiu que admira o rival.
- Eu fiquei muito impressionado com o Android logo assim que foi lançado. Claro que o iOS, é o melhor, na minha opinião. Ele é muito mais prazeroso de usar e tem menos problemas que os outros - afirmou o engenheiro, em sua segunda visita ao Brasil. - Eu vejo essas duas plataformas como as duas principais que existem, porque nós ainda não conseguimos tempo para se adaptar aos outros sistemas operacionais que apareceram. O Palm WebOs, por exemplo, que é muito bom de usar. Tem funcionalidades legais, mas não é muito percebido. Acho que há espaço para mais competidores.
Para o homem que criou o computador pessoal, nos EUA, a explosão de Android deve muito a recém-extinta exclusividade AT&T sobre o iPhone no país. Wozniak deu "graças a Deus" que agora o iPhone usar a rede da Verizon, maior operadora americana, já que a da AT&T apresentava diversos problemas e afugentava usuários:
- Foi um erro da Apple (dar exclusividade à AT&T).
Wozniak mostrou ao público brasileiro o por que de ser considerado polêmico. Ao final de sua palestra aos campuseiros, ele criticou a postura fechada da Apple em relação aos programas para o seu sistema iOS e na AppStore. Os nerds adoraram.
- O controle sempre é uma preocupação. Se você sabe e gosta de programar, deve estar livre para executar o que você quiser nos seus dispositivos. Sou contra
essa posição - disse Woz, que deixou de trabalhar na Apple na década de 80.
'Não há concorrente à altura do iPad'
Além da ameaça do Android, a Apple vem sofrido investidas na área de tablets. Diversas empresas, como Toshiba, Asus e Samsung, já puseram suas tabuletas digitais no mercado. Para Wozniak, porém, nem um dos novos aparelhos põe em risco a supremacia do iPad no mercado.
- Mas o iPad é muito bom e tem o preço certo. Quando foi lançado o Galaxy Tab, por exemplo, eu fui em algumas lojas e perguntei se ele estava vendendo bem, e a resposta dos vendedores era: "ele não vende nada. Fiz a mesma coisa em várias outras lojas e a resposta era a mesma. E isso acontecia por causa do preço, que é quase o mesmo que o do iPad. Os usuários preferem comprar o iPad, com uma tela muito maior, pelo mesmo preço. Eu ainda não vi um competidor à altura do iPad. Acredito que possa ocorrer daqui a um, dois, três anos - disse ele, que prevê que o que marcará a tecnologia num futuro próximo é o avanço dos aparelhos comandados por voz.
Mas a Apple já sofre concorrência efetiva da Google, e cientista reconhece isso.
- Eu acho que a Apple ainda está acima da Google em capitalização e lucros, mas o Google é um grande competidor.
Sobre a antiga rival, Microsoft, disse que ela não deve ser ignorada já que "qualquer grande empresa é capaz de lances incríveis". O cofundador da Apple citou como prova disso o sucesso do Kinect, sensor de movimento para Xbox 360.
Wozniak encerra Campus Party tentando convencer os geeks de que 'amor à eletrônica' vale mais do que dinheiro
De todas as grandes filas que se formaram durante a Campus Party, a que levava a um autógrafo de Steve WozniaK foi de longe a maior, estendendo-se por centenas de metros. Os nerds largaram suas telas digitais para comprar em peso o livro que conta a trajetória da Apple, "iWoz" (ed. Évora), escrito por Wozniak e pela jornalista Gina Smith. O cofundador da marca da maçã, nerd de carreira e ícone dos campuseiros, fechou ontem a quarta edição da feira com uma palestra que deixou sua plateia em êxtase, que empunhava iPads e Macbooks com mensagens ao ídolo.
Durante uma hora, Woz tentou convencer os campuseiros - bombardeado com mensagens de empreendedorismo em vários painéis ao longo da semana - de que sua essência é a paixão pela ciência, não pelo sucesso empresarial.
- A vida não é quanto dinheiro você tem, é o quanto você sorrir. Essa é a minha fórmula da felicidade. Felicidade é igual a comida, diversão e amigos - afirmou o brincalhão Woz, que repetiu diversas vezes: - Eu sou um engenheiro, um programador. O que eu amo mesmo é a eletrônica.

FICA A DIGA

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Estadao, Veja, MTV e Rede Globo no boom das redes sociais

redes sociais #cpbr4

 19:00 Ao ver o tamanho sucesso que Twitter, Facebook e similares têm feito na web, grandes revistas e emissoras de TV nao iam deixar a oportunidade passar. Em um descontraído bate-papo aqui na Campus Party, Daniela Pereira, gerente de conteúdo de transmídia da Rede Globo, Pedro Dória, editor-chefe de conteúdos digitais do Estadao, Rafael Losso, coordenador de conteúdo do Portal MTV, e Rafael Sbarai, editor do site da revista Veja, contaram como têm aproveitado o potencial das mídias sociais. todas sobre a cp 2011 19/01 Jacqueline Lafloufa

 Desde a transmissao da novela 'Caminho das Índias', quando Glória Perez inseriu um personagem blogueiro na trama, a Globo tem aprendido a lidar com o blogueiro - "Eles nao sao imprensa, precisamos agir diferente", explicou Daniela, revelando também que atualmente o seu departamento monitora nas mídias sociais mais de 40 palavras chave relativas à programaçao da TV. Já Rafael Losso diverte dizendo que nos anos 80, a MTV procurava novas bandas e hoje busca blogueiros - mais da metade deles foi 'descoberta' através da web, lembra. 19/01 Jacqueline Lafloufa

 Rafael Sbarai conta que hoje o Twitter é o 3o maior responsável pelo tráfego no site da Veja, perdendo apenas para o acesso direto e para o Google - "E se juntarmos os acessos via Twitter com os cliques vindos do Facebook, eles muitas vezes chegam a ultrapassar os acessos diretos", confessa. No Estadao, o tabu de nao linkar 'para fora da publicaçao' foi deixado para trás, pois apesar de reconhecer que perde pageviews, a publicaçao ganha credibilidade na web, explica Pedro Dória. Outra política nova do Estadao é nao 'segurar o furo' para a publicaçao impressa, que por vezes demora para ser publicada, divulgando logo que possível via web. 19/01 Jacqueline Lafloufa todas sobre a cp 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Excesso de lançamentos de telefones Android prejudica indústria e mercado

Publicada em 14/01/2011 às 10h53m
O Globo dia 14/01/2010
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Motorola Droid, nova aposta da Motorola no Android / Divulgação
RIO. A overdose de novos modelos de telefones celulares baseados em Android sendo lançados está tendo consequências sérias no mercado. Até mesmo os autores de blogs especializados em gadgets estão tendo dificuldade em simular entusiasmo pelo telefone Android quente da semana, pois ainda não tiveram tempo nem paciência de desembrulhar do plástico de fábrica o último modelo que receberam para teste.
Se os usuários considerados nerds mal e porcamente conseguem acompanhar os lançamentos de androidfones, a grande massa mal tem noção da torrente de lançamentos. O último grande lançamento que movimentou as massas, pelo menos nos EUA, foi o do Motorola Droid, tanto pela agressiva campanha publicitária na TV americana, quanto pelos anúncios nas lojas de lá.
Desde então, poucos não-nerds ficaram sabendo dos novos aparelhos Android entrando no mercado. Esses dispositivos vão sendo derramados nos sites e nas lojas tão rapidamente que quase nunca surge a oportunidade de que se forme um rebuliço significativo em torno de algum modelo específico. Não há filas para comprá-los. Os telejornais não cobrem os lançamentos. Os sites de avaliação não têm tempo de testar exaustivamente suas antenas.
Outra consequência é que quase nunca se forma um mercado de acessórios consistente para um determinado modelo. Basta observar o que ocorre com o iPhone, para o qual existem centenas de capas nas mais diversas cores e padronagens. E, comparando, um novo modelo de aparelho Android consegue, no máximo, formar um mercado de meia dúzia de capas sem graça e que logo sairão das lojas, ao ser lançado o próximo modelo "muito melhor que o anterior". Além disso, há as baterias, "docks", altofalantes e outros badulaques específicos de cada modelo de celular.
Até a própria equipe de desenvolvimento da Google passa por maus pedaços ao criar software para a plataforma, tal é a diversidade de tamanhos e tipos de tela, tamanhos físicos, sensores de hardware, botões e desempenho computacional entre os inúmeros modelos disponíveis.
Os próprios fabricantes e as operadoras têm pouco incentivo em dar manutenção de software em aparelhos ainda relativamente novos e sob contrato, pois querem que todos comprem os telefones mais novos. Já se vê operadoras e fabricantes simplesmente se recusando a lançar novas versões do Android para aparelhos que foram lançados apenas seis meses antes, mesmo tendo os usuários assinado contratos de fidelização de até dois anos de duração.
Existe também um efeito psicológico - as pessoas odeiam escolher entre várias opções similares demais. Quando mais escolhas temos no momento de uma compra, mais nos sentimos estressados ao tomar a decisão de qual delas comprar. E menos satisfeitos nos sentimos depois, pois sempre estaremos preocupados se talvez escolhemos mal.
Fenômeno semelhante se deu com o Windows Phone 7. Uma das mais fortes razões para o fracasso do lançamento da Microsoft foi que não existia um único "Windows Phone" para atrair comentários, cobertura de imprensa, resenhas aprofundadas e que gerasse uma sensação de afinidade no consumidor.
Em vez disso, o consumidor foi confrontado com uma pletora de opções, que confundiu suas escolhas e dificultou seu comprometimento com um aparelho simbolicamente único. A Microsoft não apontou para esse dispositivo único, dando-lhe seu aval. Não declarou que lhe daria suporte por, digamos, dois ou três anos.
E, o pior. O mercado de tablets Android vai sofrer o mesmo problema de overdose de modelos, ou melhor, já está sofrendo. Que o diga o evento CES 2011, em Las Vegas.
As informações são do site " Marco.org ", o blog de Marco Arment, fundador da Instapaper e ex-chefe de desenvolvimento do Tumblr.